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Tecnologia

Novos cabos submarinos irá aumentar a velocidade banda larga no Brasil

Conhecido como Monet, o cabo suporta 64 terabytes divididos para as companhias de acordo com o investimento de cada uma

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Cabo submarino aumentará a velocidade da Internet Banda Larga no Brasil (Créditos: Reprodução-Internet)
Cabo submarino aumentará a velocidade da Internet Banda Larga no Brasil (Créditos: Reprodução-Internet)

Uma nova conexão entre Brasil e os EUA está prestes a ser concluída. Um novo cabo submarino de fibra ótica com a capacidade de 40 terabytes (TB) por segundo, será o mais novo responsável pela comunicação e transmissão telefônica e de imagens em diversos pontos do Brasil e do continente europeu.

O cabo existente atualmente no Brasil responsável por esse serviço, ligando o território brasileiro a Argentina, é chamado de Atlantis 2. A capacidade de transferência de dados desse cabo é de 40 gigabytes por segundo, um número muito baixo para atender a demanda de transmissão de dados aumentada nos últimos anos, ainda mais com o avanço da tecnologia de vídeo e imagens.

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O cabo é responsável por 99% das comunicações transoceânicas, de acordo com o livro “The Undersea Network, de Nicole Starosielski”, os cabos submarinos disponibilizam 80% de seu uso voltados principalmente para a internet. “Quando acessamos um site de outro país, que não possui um servidor aqui, são eles que fazem a transmissão“.

Cabo submarino aumentará a velocidade da Internet Banda Larga no Brasil (Créditos: Reprodução-Internet)

Cabo submarino aumentará a velocidade da Internet Banda Larga no Brasil (Créditos: Reprodução-Internet)

O cabo Monet, como foi apelidado é um resultado das parcerias entre Angola Cables, Google, Algar Telecom e Anatel. Ele sai de Praia Grande, litoral do Estado de São Paulo, passa por Fortaleza, no Ceará, e termina seu ciclo em Boca Ratón, em Miami, nos Estados Unidos.

Somando aproximadamente mais de 10 mil quilômetros de extensão sua capacidade suporta os 64 terabytes por segundo, valor dividido entre os associados de acordo com o investimento feito por cada um.

Além do Monet, há outros cabos que fazem a conexão do Brasil com o mundo.

Seabras-1: Opera desde 2017, tem capacidade de 72 Tbps e liga São Paulo a Nova York;

SACS: Liga Luanda, na Angola, a Fortaleza. Tem capacidade de 40 Tbps;

SAIL: Liga Kribi, em Camarões, a Fortaleza. Sua capacidade chega a 32 Tbps;

Tannat: Ramal do Monet com 2 mil quilômetros de extensão. Liga São Paulo a Maldonado, no Uruguai. Sua capacidade é de 90 Tbps;

Júnio: Também interligado ao Monet, liga Praia Grande ao Rio de Janeiro;

BRUSA: Liga o Brasil a Porto Rico e ao estado da Virgínia, nos Estados Unidos. Sua capacidade é de 138 Tbps.

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