A Polícia Federal deflagrou, na manhã deste sábado (22), uma operação que resultou na prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em sua residência, localizada em um condomínio de alto padrão no Jardim Botânico, em Brasília. A detenção, autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), ocorreu por volta das 6h e movimentou equipes da PF desde as primeiras horas do dia.
Segundo informações confirmadas pela corporação, agentes em viaturas descaracterizadas chegaram ao imóvel e cumpriram o mandado de forma rápida. Bolsonaro foi conduzido diretamente para a Superintendência da PF, onde permanece à disposição das autoridades.
Fontes ligadas à investigação afirmam que a prisão preventiva foi solicitada após uma vigília convocada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente, em frente ao condomínio onde Bolsonaro vive. A movimentação de apoiadores teria sido interpretada como risco de obstrução da investigação e de possível descumprimento de medidas impostas pelas autoridades judiciais.
O caso segue em atualização, e novos desdobramentos devem surgir ao longo do dia, incluindo possível manifestação da defesa de Bolsonaro, que até o momento não se pronunciou oficialmente. O clima político é de tensão, e parlamentares aliados ao ex-presidente já articulam respostas ao episódio.
