UNIÃO DOS PALMARES (AL) — O radialista e ex-conselheiro tutelar Melqui Marques afirmou, nesta quinta-feira (12/02/2026), que o projeto de lei que institui o voto único para o Conselho Tutelar deve ser aprovado por unanimidade na Câmara de Vereadores.
A declaração foi dada durante o programa Sintonia Direta, na rádio AG FM.
Melqui Marques acredita que a proposta de autoria do vereador Thor Vicente não encontrará resistência no plenário.
Segundo o radialista, conversas de bastidores com os parlamentares indicam que o texto será validado sem votos contrários na sessão marcada para depois do Carnaval de 2026.
“A proposta do vereador Thor Vicente é legítima, segue uma recomendação direta do Conanda e eu não vejo absolutamente nenhum problema nessa mudança. É algo que moraliza o processo e dá oportunidade para que novos perfis cheguem ao conselho”, afirmou Melqui Marques durante a transmissão.
Qual o impacto da fala de Melqui Marques em União dos Palmares?
A opinião de Melqui possui peso estratégico no debate local. Ele foi o conselheiro tutelar mais votado da história de União dos Palmares no pleito em que foi eleito e, atualmente, ocupa a suplência do órgão.
Sua popularidade como comunicador faz com que sua fala ecoe o sentimento das ruas.
De acordo com o radialista, a população apoia em massa a transição para o modelo uninominal (voto em apenas um nome).
Ele defende que o sistema atual, que permite votar em até cinco candidatos, facilita o controle de grupos políticos, enquanto o voto único amplia a renovação democrática.
Como está o cenário na Câmara de Vereadores?
O projeto de lei que limita o eleitor a escolher apenas um candidato foi lido em plenário na última segunda-feira (09/02/2026).
A votação definitiva ocorrerá após as festividades carnavalescas. A expectativa de Melqui Marques reforça a tendência de adequação do município às normas do Conanda.
A fala do radialista também repercutiu nas redes sociais, isolando a ala do atual conselho que se opõe à medida.
Recentemente, o conselheiro Alexander Campos criticou a proposta, chamando a conselheira Jéssica Batista de “Judas” por apoiar o voto único, mas a adesão de Melqui ao projeto sinaliza uma derrota política para os críticos da mudança.
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