Seu filho joga Free Fire? Descubra se ele pode estar correndo perigo

A OMS alerta para o "transtorno do jogo" causado pela exposição durante muito a jogos de vídeogames como o Free Fire e outros

Criança jogando Free Fire no celular

Criança jogando Free Fire no celular

O Free Fire se tornou um dos jogos de videogame preferidos nos últimos anos. Ele é preferência entre jovens e adultos em todo o mundo, e muitos pais – especialmente as mães – tem demonstrado muita preocupação com o tempo excessivo em que os filhos dedicam a esse game.

É importante ficar atento ao que diz a Organização Mundial da Saúde (OMS), que recentemente classificou o vício em videogames como sendo um distúrbio.

Através da CID – Classificação Internacional de Doenças – foi possível determinar traços no comportamento da criança ou adolescente, que são capazes de revelar quando o prazer em jogar videogames se torna algo anormal, e vai do vício ao distúrbio.

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Antes de entender se seu filho pode estar no nível de transtorno ou disturbo, causado pelo vício em Free Fire ou qualquer outro jogo de videogame, é preciso compreender o que é a Classificação Internacional de Doenças.

– A Classificação Internacional de Doenças (CID) é a base para a identificação de tendências e estatísticas de saúde em todo o mundo e o padrão internacional para relatar doenças e condições de saúde. É usado por médicos em todo o mundo para diagnosticar doenças e por pesquisadores para categorizar as condições.

Segundo a OMS, “o transtorno do jogo afeta apenas uma pequena proporção das pessoas que se envolvem em atividades de jogos digitais ou de vídeo”.

Seu filho joga  Free Fire por muito tempo? Então veja 3 sinais de que seu filho pode estar viciado no jogo.

 1 – Tempo de jogo

A própria Organização Mundial da Saúde pede que “as pessoas que participam de jogos devem estar atentas à quantidade de tempo que gastam em atividades de jogos”.

Fique atento se a criança costuma jogar por várias horas seguidas, além de causar problemas psicológicos, pode atrapalhar no desenvolvimento social da criança.

2 – Priorizar o videogame

Um sinal a que os pais devem estar atentos, é sobre o fato do filho passar a excluir outras atividades diárias e passar a focar apenas no jogo, dedicando mais tempo ao game.

É comum a criança trocar o desenho animado que passa na TV pelo jogo, depois a criança troca o futebol, deixa de pintar ou desenhar e até para de brincar com colegas – fisicamente – e passa a se encontrar com os amigos no jogo. É importante ficar atento a esse sinal.

3 – Mudança de comportamento

Também é possível observar alterações em sua saúde física ou psicológica e funcionamento social que possam ser atribuídos ao seu padrão de comportamento de jogo, ou seja, as vezes a criança continua se comportando como se estivesse no jogo, mesmo já tendo parado de jogar.

Isso pode representar uma maior agressividade, falta de paciência e passa apresentar um alto nível de ansiedade.

Leia mais sobre o assunto no site oficial da OMS.

Criança jogando Free Fire