Na última sexta-feira (2/6), a Polícia Federal deflagrou a Operação Tesouro Eletrônico em Rondonópolis/MT. A investigação tem como foco uma empregada da Caixa Econômica Federal que teria apropriado de R$ 705 mil da instituição financeira.
A denúncia foi encaminhada pela CEF após uma auditoria que constatou a falta física de numerários dos terminais de autoatendimento – ATM. Durante a busca e apreensão, a suspeita confessou o crime e afirmou que usara os valores para apostas esportivas.
A empregada da Caixa Econômica Federal está sujeita às acusações por peculato e lavagem de dinheiro, cujas penas podem chegar até 22 anos de prisão.
Em nota, a Caixa se posicionou sobre o caso. Confira abaixo.
“A CAIXA esclarece que atua conjuntamente com a Polícia Federal nas investigações e operações que combatem fraudes e golpes. O banco reforça que informações relacionadas aos casos de fraude e às ações realizadas pela área de segurança do banco para investigar e coibir ações criminosas possuem caráter sigiloso, sendo repassadas apenas às autoridades policiais e de controle, tendo em vista risco de comprometimento de investigações criminais em andamento.
Em relação à empregada citada, a CAIXA informa que foi instaurado processo de apuração de responsabilidade disciplinar e civil, cujo conteúdo é considerado sigiloso, em observância a normas internas e externas aplicáveis.
Adicionalmente, esclarecemos que a CAIXA possui estratégia, políticas e procedimentos de segurança para a proteção dos dados e operações de seus clientes e dispõe de tecnologias e equipes especializadas para garantir segurança aos seus processos e canais de atendimento.
Confira outras orientações de segurança no site da CAIXA: www.caixa.gov.br/seguranca.”
