Polícia

Vídeo: Cliente atira em advogada, que mesmo baleada reage e o desarma

A vítima foi atingida nas duas mãos, em um dos braços e no tórax; homem deve R$ 160 mil em honorários.

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A vítima atingida nas duas mãos, em um dos braços e no tórax | © Reprodução
A vítima atingida nas duas mãos, em um dos braços e no tórax | © Reprodução

Uma advogada foi vítima de uma tentativa de homicídio em seu próprio escritório, localizado em um shopping do município de Campos de Goytacazes, no Norte do Rio de Janeiro, nesta quarta-feira (26/01). Toda a ação foi flagrada por câmeras de monitoramento do estabelecimento.

O vídeo mostra Diego Dorado Borgerth Teixeira, de 21 anos, que é cliente da mulher, entrando no local e retirando a arma que estava escondida em uma bolsa. Em seguida, o jovem aponta o revólver para a vítima, que se levanta da cadeira e entra em luta corporal com ele.

Mesmo baleada, Nayara Gilda Acha Prestes consegue desarmá-lo. Ela foi atingida por quatro disparos, e mesmo no hospital, gravou um vídeo onde conta que o homem se negava a pagar seus honorários em um processo de inventário e que queria revogar sua procuração. [confira abaixo]

“Ele está me devendo R$ 160 mil. Em dezembro do ano passado, ele tentou revogar a minha procuração, na tentativa de não me pagar. Entrei no processo e pedi para o juiz destacar os meus honorários quando saísse a partilha. Depois disso, ele sumiu”, afirma a advogada.

Após o crime, Diego tentou fugir, mas acabou sendo detido ainda dentro do shopping, por militares do programa Segurança Presente. Nayara, após ser baleada nas duas mãos, em um dos braços e no tórax, conseguiu correr e pedir ajuda. Ela foi levada a um hospital particular.

“Eu poderia ter atirado nele, mas eu não quis. Não é certo ninguém tirar a vida de ninguém. Eu joguei a arma pela escada. Ele me enforcou, me fez um mata-leão. (…) Quando consegui me soltar, saí correndo pelo shopping. (…) O médico falou que eu não corro risco de vida”, disse.

O cliente foi preso com a arma do crime e levado para a 134ª Delegacia de Polícia, onde o caso será investigado. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Campos emitiu nota pública sobre o caso, informando que acompanhará as investigações.

“(…) Considerando que, aparentemente, o crime possui relação com a atividade profissional da advogada, a OAB Campos, por meio de sua Comissão de Prerrogativas, designou o Dr. Glaidemir Resende para acompanhar as investigações que estão sendo conduzidas com brilhantismo, pelos policiais da Deam-Campos dos Goytacazes”, complementa a OAB.


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