Preso em São Paulo alagoano acusado de estupro seguido de morte

Além do crime de estupro, Francisco tinha a participação em assaltos, roubos e até chegou a trocar tiros com a PM


Publicado em: 12/08/19 às 14:21 por Redação | BR104 | Atualizado em 12/08/2019 às 14:21



Além do crime de estupro, Francisco tinha a participação em assaltos, roubos e até chegou a trocar tiros com a PM — © ReproduçãoAlém do crime de estupro, Francisco tinha a participação em assaltos, roubos e até chegou a trocar tiros com a PM — © Reprodução

São Paulo — Foi preso na manhã desta segunda-feira (12), Francisco dos Santos, mais conhecido como “Chiquinho”, acusado de diversos crimes, entre eles um estupro seguido de morte praticado na zona rural de Delmiro Gouveia. Ele foi preso no momento em que desembarcava de um ônibus no estado de São Paulo.

De acordo o delegado Rodrigo Rocha Cavalcanti, o suspeito era foragido da Justiça de Alagoas. Além do crime de estupro, Francisco tinha a participação em assaltos, roubos e até chegou a trocar tiros com a Polícia Militar na divisa dos estados de Alagoas e Bahia.

Conforme o delegado, “Chiquinho” estava sendo monitorado desde o início de junho, quando a Justiça decretou a sua prisão. “Nós apuramos que ele estuprou e matou uma senhora, e depois desse crime passou a praticar outros, entre eles o roubo de celular e outros homicídios”, destacou o delegado.

Quando fugiu de uma abordagem policial, trocou tiros com militares do GPM de Barragem Leste, em Delmiro Gouveia. Ainda segundo a polícia, o acusado estava residindo no Distrito de Barragem Leste, onde a população temia a sua presença e passou a efetuar denúncias, mas quando a polícia ia averiguar o suspeito conseguia escapar.

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As investigações policiais apontaram, também, que “Chiquinho” e outro homem foram os autores de um arrastão ocorrido no Povoado Sinimbú, ocasião em que os elementos não pouparam nem a igreja da comunidade. Eles invadiram o espaço religioso e roubaram alguns fiéis.

A polícia alagoana, agora, irá até o Estado de São Paulo para conduzir o suspeito até a Delegacia Regional de Polícia (1ª-DRP) para que ele possa cumprir a pena estabelecida para os crimes que cometeu.

*com Ascom/PC