Operação prende suspeitos de matar vítimas com requintes de crueldade

Ao todo, foram cumpridos 10 mandados de prisão e quatro mandados de busca, expedidos pela 17ª Vara Criminal da Capital


Publicado em: 14/08/19 às 9:50 por Redação | BR104 | Atualizado em 14/08/2019 às 9:51



Ao todo, foram cumpridos 10 mandados de prisão e quatro mandados de busca, expedidos pela 17ª Vara Criminal da Capital — © Cortesia

Maceió — Uma operação integrada das policiai polícias Civil e Militar, deflagrada na manhã desta quarta-feira (14), prendeu 10 pessoas que são suspeitas de integrar uma facção criminosa responsável por crimes de homicídio e tráfico de drogas no bairro da Levada, região periférica de Maceió.

De acordo com as investigações que resultaram na Operação Tarimba, os presos agiam com crueldade torturando e esquartejando as vítimas, que tinham seus restos mortais jogados na Lagoa Mundaú e também em lixões do entorno do Mercado da Produção.

“Os crimes bárbaros aconteciam com requintes de crueldade. As vítimas eram torturadas, esquartejadas e jogadas na lagoa ou nos lixões do entorno do Mercado Público da Levada. A qualquer sinal de rivalidade ou de alguém estranho circulando na região estes eram capturados e mortos pela guerra entre faccionados”, informou o delegado Fábio Costa, diretor da DEIC (Divisão Especial de Investigação e Capturas).

Os presos foram identificados como Erick Farias Damasceno, de 22 anos; Ismael Eduardo da Silva, 35 anos, conhecido como “Aleijado”; Lucas de Oliveira Silva, 24 anos, o “Açougueiro”; Emerson Cardoso dos Santos, 24 anos, o “Bracinho”; Michael Emerson da Silva, 25 anos; Antônio Guedes Cavalcante, 21 anos, o “Tonho”; Josiel Amâncio Santos, 23 anos; José Fabiano Santos, 37 anos, o “Cau”; Ivonaldo Soares da Silva, 26 anos, o “Oião”; e Welthon Christian da Silva Lima, 19 anos.

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Ao todo, foram cumpridos 10 mandados de prisão e quatro mandados de busca, expedidos pela 17ª Vara Criminal da Capital. Os suspeitos foram conduzidos à base da DEIC para a lavratura do procedimento legal e encaminhados ao sistema prisional, onde ficarão à disposição da Justiça.

A ação contou com a participação de policiais civis da Gerência de Recursos Especiais GRE/DEIC, da Delegacia de Homicídios da Capital, e militares do 1º Batalhão da Polícia Militar e Batalhão de Operações Especiais (Bope).