Polícia

Idoso é preso em Maceió acusado de estuprar amiga da filha

O crime ocorreu em 2018, e a vítima tinha 9 anos à época.

Atualizado 4 meses atrás
Imagem ilustrativa de criança | © Reprodução
Imagem ilustrativa de criança | © Reprodução

Um homem de 67 anos foi preso neste fim de semana no bairro da Jatiúca, em Maceió, acusado de ter estuprado uma criança de 9 anos em 2018. A vítima, que hoje tem 16 anos, era vizinha do suspeito na época do crime e amiga da filha dele, circunstância que, segundo as investigações, facilitou a convivência entre ambos e possibilitou a prática do abuso sexual.

O mandado de prisão foi expedido pela 14ª Vara Criminal da Capital após o avanço das investigações conduzidas pela Delegacia dos Crimes Contra Crianças e Adolescentes (DCCCA). A ação contou com o apoio da Operação Policial Litorânea Integrada (Oplit), que localizou o acusado em um edifício residencial na região nobre da capital alagoana.

A denúncia do caso foi feita pela mãe da vítima logo após o ocorrido, em 2018. Ela relatou às autoridades que o homem era seu vizinho e que sua filha havia desenvolvido amizade com a filha do suspeito, ambas com a mesma idade. Essa relação de proximidade teria sido usada pelo agressor para se aproximar da menina.

Após diligências e cruzamento de informações, as equipes policiais conseguiram localizar o paradeiro do acusado, que foi detido e conduzido à sede da delegacia especializada. Na unidade, foram adotadas todas as medidas legais previstas, incluindo o cumprimento do mandado de prisão e a formalização do procedimento de recolhimento.

Em nota oficial, a Polícia Civil de Alagoas destacou que a prisão é resultado do trabalho contínuo de combate aos crimes sexuais praticados contra crianças e adolescentes no estado. A corporação reforçou o compromisso com a proteção das vítimas e com a responsabilização dos autores desses delitos, ressaltando a importância da denúncia e da atuação conjunta entre as forças policiais e a sociedade.

O caso agora segue sob acompanhamento da DCCCA, que deverá encaminhar o inquérito ao Ministério Público para as providências judiciais cabíveis. A identidade do suspeito foi preservada para não expor a vítima, conforme determina a legislação vigente.