Murici

Gaeco investiga Câmara de Murici por suposta farra com verba de gabinete

A promotora de Justiça Ilda Regina Reis, titular da comarca de Murici, está à frente do caso

Publicado: | Atualizado em 10/06/2024 14:31


Camara de Vereadores de Murici - @Reprodução
Camara de Vereadores de Murici - @Reprodução

O Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) está investigando uma denúncia de suposto uso indevido de verbas de gabinete na Câmara de Vereadores de Murici. A investigação, liderada pela promotora de Justiça Ilda Regina Reis, foi motivada por um relatório apresentado pelo professor Robson Gimenes, que alega fraudes na utilização das verbas.

A denúncia de Gimenes aponta para a utilização de notas fiscais frias por parte dos vereadores, com o objetivo de justificar gastos inexistentes. O Tribunal de Contas do Estado (TCE) já foi acionado para fornecer mais informações sobre os gastos declarados pelos parlamentares.

Em julho de 2023, o procurador-geral de Justiça, Márcio Roberto Tenório de Albuquerque, designou membros do Gaeco para atuar em conjunto com a Promotoria de Justiça de Murici. A promotora Ilda Regina informou que uma perícia técnica será realizada para verificar a veracidade das notas fiscais apresentadas.

Entre os principais alvos da investigação está o vereador Abimael Pessoa (Podemos). Gimenes afirma que Pessoa foi visto em um posto de combustível em Rio Largo, discutindo sobre a emissão de uma nota fiscal para abastecimento de um veículo. As notas fiscais apresentadas pelo vereador indicavam abastecimentos de gasolina e diesel, sem informações claras sobre a quilometragem ou a placa do veículo.

Outro caso destacado envolve a vereadora Vanuíza Maria. A vereadora teria registrado um gasto de R$ 24 mil com combustível, valor considerado excessivo.

Em uma nota fiscal datada de 12 de setembro de 2023, às 12h58, Vanuíza Maria teria pago R$ 1.450 para adquirir 242 litros de diesel. Apenas três minutos depois, às 13h00, uma nova nota fiscal foi emitida, indicando um preço de R$ 6,09 por litro de diesel, totalizando R$ 1.500 por 246 litros.

O vereador Júnior da Farmácia, também investigado, se defendeu afirmando que o uso de combustível está dentro da legalidade e que suas atividades exigem um consumo maior de combustível. A assessoria da Câmara dos Vereadores informou que está colaborando com as investigações e fornecendo todos os documentos solicitados pelo MPAL.

Com informações: Extra Alagoas

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