Um submarino que servia para levar turistas até o local onde está os destroços do Titanic desapareceu no último domingo (18/6) com cinco pessoas a bordo, e até esta terça-feira (20), ainda não foi encontrado pelas equipes de buscas dos Estados Unidos e do Canadá.
A embarcação perdeu contato cerca de uma hora e 45 minutos após submergir em direção ao local dos restos do considerado o maior e mais luxuoso navio transatlântico do século XX – que sofreu um naufrágio após bater em um iceberg, resultando em 1.500 mortes.
Em comunicado, a empresa OceonGate afirmou que o submarino turístico desaparecido pertence a ela, e que é chamado de Titan. Além disso, ele é classificado como um submersível, pois não é autonômo e precisa de uma plataforma de apoio para mergulhar e retornar.
Acredita-se que os membros do submersível tenham oxigênio disponível para ficarem quatro dias embaixo d’água. As equipes de buscas continuam firmes com a procura no meio do Oceano Atlântico, juntamente com agências governamentais e empresas comerciais especializadas em águas profundas.
“Estamos explorando e mobilizando todas as opções para trazer a tripulação de volta com segurança”, afirmou a empresa OceanGate em um comunicado.
A empresa cobra US$ 250 mil (R$ 1,19 milhão) de cada passageiro por uma vaga na expedição para ver os destroços. A viagem iniciada no último domingo estava prevista para finalizar na próxima quinta (22).
Quem são os passageiros?
As últimas informações noticiadas pela imprensa dão conta de que, entre as pessoas a bordo, estão Hamish Harding, um empreendedor e explorador britânico bilionário de 58 anos; o empresário paquistanês Shahzada Dawood e o filho, Suleman; o explorador francês Paul-Henry Nargeolet; e Stockton Rush, executivo-chefe da OceanGate.
