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Cristãos criticam a representação de ‘A Última Ceia’ com drags na abertura das Olimpíadas de Paris

Eles consideram a releitura da célebre pintura um ato de desrespeito e blasfêmia.

Atualizado 2 anos atrás

A recente polêmica envolvendo a representação da obra de Leonardo da Vinci, “A Última Ceia”, com drag queens na abertura dos Jogos Olímpicos de Paris, nesta sexta-feira (26/7), gerou uma onda de críticas por parte de grupos cristãos na internet. Eles consideram a releitura da célebre pintura um ato de desrespeito e blasfêmia.

A obra, que retrata Jesus e seus apóstolos durante a última ceia antes de sua crucificação, é um símbolo profundamente reverenciado no cristianismo.

Desse modo, para muitos cristãos, a escolha de utilizar drag queens para reinterpretar essa cena sagrada é vista como uma afronta aos valores e tradições religiosas. Eles argumentam que a performance desrespeita não apenas a figura de Jesus, mas também a fé e os sentimentos de milhões de fiéis ao redor do mundo.

Além disso, os críticos afirmam que a representação distorce o significado espiritual e histórico da pintura, transformando um momento de extrema importância religiosa em um espetáculo que, na visão deles, banaliza a mensagem cristã.

Por outro lado, defensores da performance argumentam que a arte é um meio de expressão que permite novas interpretações e diálogos sobre temas tradicionais. Eles veem a utilização de drag queens como uma celebração da diversidade e uma forma de inclusão, desafiando normas e preconceitos estabelecidos.