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Ataque às Torres Gêmeas completa 24 anos

O atentado de 11 de setembro de 2001 deixou cerca de 3.000 mortos.

Atualizado 5 meses atrás
Momento do segundo ataque às Torres Gêmeas | © Reprodução
Momento do segundo ataque às Torres Gêmeas | © Reprodução

Nesta terça-feira (11), completam-se 24 anos dos ataques às Torres Gêmeas, um dos episódios mais trágicos e marcantes da história contemporânea. Na manhã de 11 de setembro de 2001, terroristas da Al-Qaeda sequestraram quatro aviões comerciais nos Estados Unidos, transformando aeronaves civis em instrumentos de destruição. Dois desses aviões colidiram com as torres do World Trade Center, em Nova York, provocando o colapso total das estruturas e ceifando milhares de vidas.

Outro avião atingiu o Pentágono, sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, localizada em Arlington, Virgínia. O impacto causou grandes danos ao prédio e deixou dezenas de mortos, incluindo militares e civis. O quarto avião, o United Airlines Flight 93, caiu na Pensilvânia depois que passageiros a bordo reagiram ao sequestro, tentando retomar o controle da aeronave. A ação impediu que o avião atingisse outro alvo, possivelmente em Washington D.C., e acabou salvando inúmeras vidas.

Aproximadamente 3.000 pessoas morreram, incluindo trabalhadores do World Trade Center, passageiros e tripulantes dos aviões, equipes de resgate e bombeiros. Milhares ficaram feridos e enfrentaram sequelas físicas e psicológicas pelo resto da vida. Além das perdas humanas, o atentado gerou destruição massiva em Nova York e Arlington, com danos materiais estimados em bilhões de dólares.

O impacto do 11 de setembro se refletiu imediatamente nas políticas de segurança dos Estados Unidos e de outros países. Medidas rigorosas foram implementadas em aeroportos, fronteiras e espaços públicos, incluindo revistas mais detalhadas, sistemas de rastreamento e protocolos de emergência mais rígidos. A tragédia também acelerou a cooperação internacional no combate ao terrorismo, com troca de informações e operações conjuntas entre países.

Além das medidas de segurança, o atentado motivou a chamada “Guerra ao Terror”, campanha militar lançada pelos Estados Unidos. Operações no Afeganistão, iniciadas pouco tempo depois, visavam desmantelar a rede da Al-Qaeda e capturar Osama bin Laden, principal mentor dos ataques.

Até hoje, a memória do 11 de setembro é preservada por meio de cerimônias, monumentos e museus, como o Memorial e Museu do 11 de Setembro em Nova York. Sobreviventes, familiares das vítimas e autoridades participam de homenagens anuais, reforçando a lembrança das vidas perdidas e a importância de medidas de prevenção.