Diretoria do CSA estuda venda de mando de campo na Série A do Brasileiro

"Todo mundo vende os seus mandos de campo e por que o CSA não pode vender?", disse Rafael Tenório em entrevista a imprensa nesta segunda-feira (13)


Publicado em: 14/05/19 às 9:00 por Johny Lucena | Atualizado em 14/05/2019 às 9:02


Diretoria do CSA estuda possibilidade de vender o mando de campo © Jonathan Lins

O CSA estuda a forma mais criteriosa para venda de mandos de campo no Brasileirão. Na noite desta segunda-feira (13) o presidente do clube, Rafael Tenório, disse que a diretoria azulina está analisando algumas propostas a respeito do assunto, inclusive, teria defendido o direito de fazer a negociação.

De acordo com o dirigente do time que representa o Estado de Alagoas na elite do futebol brasileiro este ano, algumas definições serão decididas no mais tardar até a noite desta terça-feira (14). Um dos confrontos que pode ser negociado pela diretoria é o mando de campo contra o Flamengo, que está previsto para o dia 12 de junho.

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Caso a negociação seja concretizada, exite a possibilidade da partida acontecer em Brasília. No cronograma da CBF, o jogo aconteceria no estádio Rei Pelé, em Maceió, às 21:30 (horário de Brasília).

Estamos numa reunião agora mesmo com o presidente Raimundo Tavares e um pessoal de fora pra definir essa situação. Todo mundo vende os seus mandos de campo e por que o CSA não pode vender? Nós temos o direito de vender cinco (mandos). Flamengo vende… Vasco e Santos vendem…. Flamengo e Fluminense, por exemplo, vão jogar fora do Rio de Janeiro. A depender do valor da proposta, a gente pode aceitar“, declarou o presidente do clube Rafael.

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Segundo a diretoria do CSA, o estádio Rei Pelé tem capacidade de comportar aproximadamente 15 mil pessoas, e segundo eles, um jogo de grande apelo não cobriria o valor das propostas em relação a venda de mando de campo.

Porém, esse tipo de negociação não está sendo bem vista, muito menos aceita pelos torcedores do clube azulinos. Nas redes sociais por exemplo. A torcida azulina pressiona a direção do clube para que as negociações não sejam concretizadas.