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Último capítulo de “Vale Tudo 2025”: Odete Roitman não morreu

Remake de “Vale Tudo”, escrito por Manuela Dias, encerra mistério de “quem matou Odete Roitman” com reviravolta

Odete Roitman - @Reprodução
Odete Roitman - @Reprodução

A novela Vale Tudo (2025) chegou ao fim no dia 17 de outubro de 2025, e trouxe à tona a resposta para uma das perguntas mais buscadas: quem matou Odete Roitman. Ao longo dos últimos capítulos, o enigma “quem matou Odete?” ocupou o debate nas redes sociais, e o desfecho da trama de Manuela Dias provocou surpresa: Odete Roitman não morreu, e a autoria do disparo foi atribuída a Marco Aurélio (interpretado por Alexandre Nero).

Enquanto muitos se referiam ao suspense como “quem matou Odete Roitman 2025” ou “quem matou Odete Vale Tudo”, o desfecho manteve a ambiguidade até o final. O que era esperado como imitação do clássico de 1988 acabou reescrito: no remake, quem matou Odete foi Marco Aurélio, mas Odete Roitman está viva — ela simulou a própria morte com ajuda de aliados, segundo o flashback revelado.

No capítulo final, havia cenas que reconstituíram a noite do disparo: Heleninha (Paolla Oliveira) havia atirado em Odete, mas errou. Marco Aurélio aproveitou a confusão, usou um guardanapo para manipular a arma com as digitais dela e disparou contra Odete. No entanto, Odete sobreviveu e, com auxílio de Freitas (Luís Lobianco), fugiu do país, dando a entender que seu “novo começo” está por vir.

No final, Marco Aurélio e Leila são presos e têm suas tor­nozeleiras aplicadas — uma inversão em relação ao original de 1988, no qual os vilões fugiam do país em helicóptero. O remake optou por um desfecho mais moderno, com vigilância e consequências.

Marco Aurélio - Alexandre Nero - @Reprodução

Marco Aurélio – Alexandre Nero – @Reprodução

As escolhas narrativas que diferem do “Vale Tudo 1988”

Em 1988, a pergunta “quem matou Odete Roitman?” teve resposta clara: Leila (Cássia Kis) cometeu o disparo durante uma tentativa de atingir Maria de Fátima, sob ciúmes. A versão original terminou com Leila como assassina e Marco Aurélio fugindo em helicóptero.

Já o remake romp u com essa lógica. A versão de Manuela Dias adota uma abordagem híbrida entre remake e reboot, com desfechos inéditos, personagens redesenhados e um novo eco para o mistério. A autora manteve o suspense até o último instante e usou técnicas narrativas contemporâneas para surpreender.

Outra mudança é o destino de Marco Aurélio (Vale Tudo). No clássico, ele escapou; no remake, enfrenta prisão domiciliar com tornozeleira — uma simbolização moderna de punição em vez de impunidade.