Eleições

Faltam seis meses para o fechamento do cadastro eleitoral em Alagoas

Prazo final para emissão e atualização do título é 6 de maio de 2026, antes das Eleições Gerais.

Atualizado 3 meses atrás
Jovem segura título de eleitor | © Reprodução/Política e etc
Jovem segura título de eleitor | © Reprodução/Política e etc

O Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE/AL) reforçou, nesta semana, o alerta aos eleitores sobre o prazo para regularização de documentos e atualização cadastral antes das Eleições 2026. Faltam seis meses para o fechamento do cadastro eleitoral, e a data limite para solicitar emissão do título, transferência de domicílio, alteração de dados e cadastramento biométrico é 6 de maio de 2026.

O prazo segue o que determina a Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997), que estabelece o encerramento do cadastro 150 dias antes do primeiro turno, marcado para 4 de outubro de 2026. Após essa data, nenhuma modificação poderá ser realizada, uma vez que a Justiça Eleitoral precisa de tempo para organizar seções, preparar urnas, definir locais de votação e produzir materiais logísticos e operacionais que garantem o funcionamento do pleito.

O TRE/AL ressalta que deixar para resolver pendências perto da data final pode gerar filas e atrasos nos cartórios eleitorais. Por isso, recomenda que o eleitor regularize sua situação o quanto antes, especialmente aqueles que ainda não fizeram o cadastramento biométrico – exigência necessária para confirmação de identidade no momento da votação.

Os serviços podem ser feitos tanto presencialmente quanto pela internet. No formato online, o atendimento é realizado pelo sistema de Autoatendimento ao Eleitor, disponível no site oficial do TRE/AL (www.tre-al.jus.br
), onde é possível emitir ou revisar o título e consultar pendências.

Quem preferir atendimento presencial pode procurar qualquer cartório eleitoral do estado, de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 13h30. Em ambos os casos, é necessário apresentar os seguintes documentos: Documento oficial de identidade com foto; comprovante de residência recente (entre 3 meses e 1 ano de emissão); para homens que completam 19 anos no ano da solicitação: comprovante de quitação com o serviço militar; e caso haja multas eleitorais: comprovante de pagamento.

O tribunal reforça que quem não regularizar o título até o prazo ficará impedido de votar e pode enfrentar restrições, como dificuldade para assumir cargos públicos, realizar matrícula em instituições federais de ensino e tirar passaporte, entre outras consequências previstas em lei.