Coronavírus

SP volta à fase vermelha após aumento de casos e óbitos por Covid-19

Essa é a fase mais restritiva da quarentena, e segue até o dia 19 de março.

Atualizado 5 anos atrás
Parque Villa Lobos amanheceu fechado neste sábado (6), na Zona Oeste de São Paulo — © Ronaldo Silva/Futura Press/Estadão Conteúdo
Parque Villa Lobos amanheceu fechado neste sábado (6), na Zona Oeste de São Paulo — © Ronaldo Silva/Futura Press/Estadão Conteúdo

Com o objetivo de conter o avanço do número de casos e mortes provocados pelo novo coronavírus, todo o estado de São Paulo entrou neste sábado (6) na fase vermelha do Plano São Paulo. Essa é a fase mais restritiva da quarentena, e segue até o dia 19 de março.

A fase vermelha autoriza apenas o funcionamento de setores da saúde, transporte, imprensa, estabelecimentos como padarias, mercados e farmácias, além de escolas e atividades religiosas, que foram incluídas na lista de serviços essenciais por meio de decretos estaduais.

Nesta semana, o estado bateu o recorde de mortes por Covid-19 em 24 horas desde o início da pandemia. Foram 468 na última terça-feira (2), segundo os dados da Secretaria Estadual da Saúde. Também houve um número recorde de internados pela doença, com 18 mil pacientes em leitos.

Nesta fase, fica proibido o funcionamento de shoppings, galerias e comércio de rua; bares e restaurantes (só funcionam delivery ou drive-thru); parques e zoológicos; academias, salões de belezas e barbearias; cinemas, teatros e casas de show; universidades; entre outros.

O que pode funcionar na fase vermelha?

  • Escolas e universidades;
  • Hospitais, clínicas, farmácias, dentistas e estabelecimentos de saúde animal (veterinários);
  • Supermercados, hipermercados, açougues e padarias, lojas de suplemento, feiras livres;
  • Delivery e drive-thru para bares, lanchonetes e restaurantes: permitido serviços de entrega;
  • Cadeia de abastecimento e logística, produção agropecuária e agroindústria, transportadoras, armazéns, postos de combustíveis e lojas de materiais de construção;
  • Empresas de locação de veículos, oficinas de veículos, transporte público coletivo, táxis, aplicativos de transporte, serviços de entrega e estacionamentos;
  • Serviços de segurança pública e privada;
  • Construção civil e indústria;
  • Meios de comunicação, empresas jornalísticas e de radiodifusão sonora e de sons e imagens;
  • Outros serviços: igrejas e estabelecimentos religiosos, lavanderias, serviços de limpeza, hotéis, manutenção e zeladoria, serviços bancários (incluindo lotéricas), serviços de call center, assistência técnica e bancas de jornais.
Comércio fechado na rua 25 de Março durante a quarentena — © Rovena Rosa/Agência Brasil

Comércio fechado na rua 25 de Março durante a quarentena — © Rovena Rosa/Agência Brasil