MACEIÓ (AL) — A 13ª Feira dos Municípios Alagoanos consolidou sua importância para a economia criativa do estado. Dos R$ 2,5 milhões movimentados no total, cerca de R$ 2,2 milhões foram provenientes diretamente da comercialização nos 140 estandes de artesanato, turismo e gastronomia.
O balanço reforça o evento como uma plataforma essencial para produtores locais e pequenos empreendedores.
Destaques em vendas e consumo
O artesanato regional mostrou alto poder de atração, com peças sendo vendidas para visitantes locais e turistas. No setor alimentício, o faturamento interno da feira ultrapassou os R$ 100 mil.
Um dos casos de maior sucesso foi o do município de Pão de Açúcar, que levou produtos da Ilha do Ferro. A movimentação superou todas as expectativas: cerca de 200 peças foram vendidas e 99% do material exposto foi comercializado.
O resultado foi de aproximadamente R$ 45 mil em faturamento apenas para este estande.
Impacto além dos estandes
A circulação de 80 mil visitantes gerou um efeito cascata em outros serviços da capital. A cadeia de mobilidade urbana, por exemplo, registrou um incremento de R$ 384 mil em corridas de aplicativos, utilizadas por 32% do público presente.
“Mais do que números, os dados traduzem resultado econômico e geração de oportunidades, refletindo a capacidade do municipalismo alagoano de entregar projetos robustos”, destacou Marcelo Beltrão, presidente da AMA.
Vitrine para 2027
Além do retorno financeiro imediato, a feira funcionou como uma vitrine para os 44 municípios turísticos presentes, fechando contatos comerciais para o futuro e impulsionando a ocupação hoteleira em Maceió.
A organização já confirmou a próxima edição do encontro municipalista para o período de 21 a 24 de janeiro de 2027.
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