O mais recente levantamento da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), divulgado nesta quarta-feira (20), revela que Alagoas contabilizou, neste ano, 4.528 casos prováveis de dengue, 1.267 de chikungunya e 18 de zika vírus. Uma morte por dengue também foi confirmada.
A dengue pode se manifestar de diferentes formas, desde quadros assintomáticos até casos graves. Entre os sintomas mais comuns estão febre alta que dura de 2 a 7 dias, dor de cabeça intensa, dores musculares e nas articulações, fraqueza, dor atrás dos olhos, manchas vermelhas e coceira na pele. Em situações mais graves, a doença pode evoluir rapidamente, exigindo atenção médica imediata.
As autoridades de saúde orientam que, ao identificar os primeiros sinais, a população procure uma Unidade Básica de Saúde (UBS) do município ou uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA). O atendimento precoce é fundamental para reduzir complicações e prevenir casos graves da doença.
Além do cuidado individual, especialistas enfatizam a importância do combate aos criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika. Objetos que acumulam água, como pratos de plantas, calhas, garrafas, pneus, vasilhas de animais, cisternas e piscinas não tratadas, devem ser eliminados ou mantidos limpos. A manutenção de ralos e calhas, bem como a atenção redobrada em quintais e áreas externas, são medidas consideradas essenciais para reduzir a proliferação do mosquito.
O uso de repelentes é recomendado, especialmente em regiões com maior incidência de mosquitos. Para crianças e bebês, é importante escolher produtos específicos para cada faixa etária, garantindo proteção sem riscos à saúde.
A Sesau reforça que, além das medidas preventivas em casa e no ambiente, a vacinação contra a dengue é uma ferramenta importante na proteção da população, quando disponível e indicada para a faixa etária correspondente. A combinação de cuidados pessoais e medidas de prevenção coletiva é fundamental para reduzir a circulação do vírus e prevenir complicações graves da doença.
