MACEIÓ (AL) — A Polícia Civil de Alagoas trouxe à tona detalhes importantes, nesta segunda-feira (26), sobre a execução de Johanisson Carlos Lima Costa, o “Joba”, coordenador de base do CRB.
Segundo a delegada Tacyane Ribeiro, do Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), o crime foi encomendado por R$ 10 mil e teve como motivação a insatisfação do mandante com a vida amorosa da ex-companheira.
A investigação aponta que Joba e uma ex-namorada estavam em processo de reatar o relacionamento. No período em que estiveram separados, essa mulher teve um envolvimento com outro homem.
De acordo com a autoridade policial, esse homem não aceitou o fim do seu relacionamento com a mulher e que ela estivesse voltando a se relacionar com Joba. A execução foi arquitetada por ele ainda em dezembro de 2025.
Ainda segundo a polícia, a morte do coordenador do CRB foi contratada por R$ 10 mil. Na terça-feira (20), três dias antes do homicídio, o suspeito pagou R$ 4 mil aos executores no bairro da Santa Lúcia.
Três suspeitos de participar da execução morreram em troca de tiros com a polícia no Clima Bom, neste domingo (25). Um homem envolvido no esquema já foi detido. O mandante, que encomendou a morte por ciúmes da reconciliação, continua sendo procurado pela polícia.
Joba foi assassinado com um tiro na nuca na manhã da última sexta-feira (23), enquanto aguardava um transporte público para ir ao CT do CRB.
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