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Quanto Suzane von Richthofen ganhou pela série Tremembé?

Produtora e elenco afirmam que Suzane não recebeu cachê pela série; lucro vem de forma indireta, com alta nas vendas da loja virtual após a estreia.

Suzane von Richthofen e sua personagem em Tremembé - @Reprodução
Suzane von Richthofen e sua personagem em Tremembé - @Reprodução

A pergunta que domina buscas e comentários nas redes após a estreia de “Tremembé”, no Prime Video, é direta: quanto Suzane von Richthofen ganhou com a série? Com base nas informações disponíveis até agora, a resposta também é objetiva: não há registro de pagamento ou cachê pela produção. O que existe é um ganho indireto, ligado ao aumento da visibilidade da sua loja virtual, impulsionada pelo interesse renovado no caso.

A série dramatiza o cotidiano de detentas em Tremembé e inclui personagens inspirados em Suzane e outros condenados conhecidos, a partir de livros-reportagem e registros públicos. Esse formato levanta dúvidas sobre direitos, eventuais repasses financeiros e limites legais quando crimes reais são adaptados para o entretenimento. Nos últimos dias, veículos de imprensa, especialistas em direito e integrantes da produção se manifestaram sobre o tema.

Suzane recebeu cachê pela série “Tremembé”?

Reportagens publicadas por diferentes portais consultando advogados de propriedade intelectual e fontes ligadas à produção apontam que Suzane von Richthofen não recebeu pagamento pela série “Tremembé”. A obra é baseada em material já disponível — como livros, processos e reportagens — e não depende de autorização ou contrato direto com os condenados retratados.

Em entrevistas e notas repercutidas na imprensa, a equipe responsável pela série afirma que os presos citados ou representados não foram contratados nem remunerados pela Prime Video ou pelas produtoras envolvidas. Em coluna recente, a atriz Marina Ruy Barbosa, que interpreta a personagem inspirada em Suzane, reforçou esse ponto ao esclarecer que os criminosos retratados não recebem valores da plataforma em razão da série.

Matérias específicas sobre o assunto detalham que produções desse tipo utilizam histórias consideradas de domínio público jornalístico: fatos amplamente divulgados, decisões judiciais, documentos oficiais e livros licenciados com seus próprios autores. Advogados ouvidos explicam que, nesses casos, não há obrigação legal de repassar lucro a condenados, desde que não exista acordo particular prevendo remuneração.

Um dos textos publicados por portal brasileiro de notícias sobre entretenimento resume a questão de forma direta: quem procura saber “qual foi o cachê que Suzane von Richthofen recebeu pela série Tremembé” encontra como resposta oficial que ela não recebeu um centavo pela adaptação. Até a presente data, não há documento público, nota oficial ou declaração das partes envolvidas que indique o contrário.

Com isso, à pergunta central — quanto Suzane von Richthofen ganhou pela série “Tremembé”? — a conclusão, com base nas informações verificadas, é: zero em pagamento direto pela produção.

Lucro indireto: o impacto da série nas vendas da loja virtual

Embora não exista registro de cachê pago pela série, Suzane passou a lucrar de outra forma após o lançamento de “Tremembé”. Dias depois da estreia, reportagens identificaram que a ex-detenta reativou a loja virtual “Su Entrelinhas”, dedicada à venda de chinelos personalizados e outros produtos artesanais, e começou a agradecer publicamente o aumento nas vendas.

Publicações recentes mostram que o perfil comercial da marca ganhou dezenas de milhares de novos seguidores, impulsionados pela curiosidade em torno da série e pela repercussão do caso nas redes. Em vídeos e mensagens, Suzane cita “carinho”, “apoio” e alta demanda, afirmando que não consegue responder a todas as encomendas. Os relatos indicam um crescimento expressivo na procura pelos produtos logo após a produção entrar no catálogo do streaming.

Apesar disso, não há números oficiais sobre quanto ela lucrou com as vendas. Nem a própria empresária, nem a defesa, nem os canais oficiais divulgam faturamento, quantidade de pedidos ou margem de ganho. O que é possível afirmar, com base nas evidências públicas, é:

  • Suzane não recebe participação declarada na receita da série.
  • O lançamento de “Tremembé” gerou aumento de visibilidade para seu negócio.
  • Esse movimento resultou em lucro indireto, difícil de mensurar com precisão, pois depende de dados internos da loja, que não foram tornados públicos.

Especialistas apontam que, no modelo atual, a legislação brasileira permite que ex-detentos trabalhem, empreendam e lucrem, desde que cumpram as condições legais impostas pela Justiça. A controvérsia se concentra menos na legalidade e mais na percepção social de que a notoriedade criminal vira vitrine comercial.

Até o momento, não há manifestação oficial do Prime Video ou das produtoras indicando mudança nessa política de não pagamento a Suzane von Richthofen pela série. Caso novas informações documentadas sejam divulgadas, o tema pode ser reavaliado.