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Aileen Wuornos: 10 fatos impactantes sobre a serial killer revelados no novo documentário da Netflix

Produção reúne entrevistas inéditas e depoimentos de investigadores e pessoas próximas

Atualizado 3 meses atrás
Aileen Wuornos (Reprodução)

A Netflix voltou a lançar luz sobre um dos casos criminais mais perturbadores da história dos Estados Unidos. O documentário Aileen: A História de Uma Serial Killer revisita a trajetória de Aileen Wuornos, prostituta, assassina confessa e uma das raras mulheres condenadas à morte no país. Com 1h44 de duração, a produção dirigida por Emily Turner reúne entrevistas inéditas com a própria Aileen, além de depoimentos de policiais, especialistas, juízes e pessoas que conviveram com ela — oferecendo um novo olhar sobre o caso que inspirou o filme vencedor do Oscar Monster.

A seguir, veja 10 fatos marcantes sobre a história de Aileen Wuornos apresentados no documentário.

1. Prisão em um bar na Flórida

Aileen foi detida em janeiro de 1991 dentro de um bar no condado de Volusia, após suas digitais serem ligadas a cenas de crimes. Sua companheira, Tyria Moore, colaborou com as investigações em troca de imunidade.

2. Infância marcada por abusos

Abandonada pela mãe e criada pelo avô, Aileen relatou ter sido abusada física e sexualmente durante a infância. Aos 14 anos, engravidou após ser estuprada e foi obrigada a entregar o bebê para adoção.

3. Sete assassinatos em um ano

Entre 1989 e 1990, ela matou sete homens, todos encontrados mortos com tiros. Embora alegasse legítima defesa, suas versões não convenceram o júri.

4. Promotor ocultou histórico do primeiro morto

Richard Mallory, sua primeira vítima, tinha histórico criminal por estupro — informação que não foi apresentada no tribunal.

5. Confissão por amor e traição

Tyria Moore, sua namorada, fez Aileen confessar os assassinatos em uma ligação monitorada pela polícia. A gravação foi usada como prova.

6. Acolhimento espiritual inusitado

Na prisão, Aileen foi legalmente adotada por Arlene Pralle, uma cristã que acompanhou o caso pela mídia e afirmou ter recebido um “chamado divino” para ajudá-la.

7. História que virou cinema

O filme Monster (2003), estrelado por Charlize Theron, retrata sua vida e rendeu à atriz um Oscar.

8. Pena de morte

Aileen foi executada por injeção letal em 9 de outubro de 2002, recusando a última refeição e pedindo apenas café.

9. Cinzas entregues a uma amiga

Após a execução, foi cremada e suas cinzas foram entregues a uma amiga.

10. Famílias das vítimas ficaram fora do documentário

Os familiares das vítimas foram consultados, mas os produtores decidiram não expor seu sofrimento, evitando transformar dor em entretenimento.

Se você deseja compreender como trauma, violência social e sofrimento emocional se cruzaram até formar uma das figuras mais controversas do crime americano, o documentário da Netflix oferece um mergulho profundo — e incômodo — na mente de Aileen Wuornos.