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Homem que se passava por pastor é preso por estuprar criança de 9 anos

De acordo com as investigações, o suspeito se apresentou à família da vítima como pastor evangélico e ofereceu ajuda espiritual à casa, afirmando que queria orar por um parente doente.

Atualizado 7 meses atrás
Imagem ilustrativa de criança | © Reprodução
Imagem ilustrativa de criança | © Reprodução

Um homem, que se apresentava como pastor, foi preso nesta sexta-feira (11) no município de Cachoeiras de Macacu, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, acusado de estuprar uma menina de apenas nove anos. A captura foi realizada por policiais civis da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), da Polícia Civil do Rio, após o cumprimento de um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça.

O crime aconteceu em Várzea das Moças, bairro de São Gonçalo. De acordo com as investigações, o suspeito se apresentou à família da vítima como pastor evangélico e ofereceu ajuda espiritual à casa, afirmando que queria orar por um parente doente. Ganhando a confiança dos pais, ele foi acolhido e passou a noite no local.

Durante a madrugada, enquanto todos dormiam, o homem teria entrado silenciosamente no quarto da criança e cometido o estupro. Segundo os policiais civis, ele fugiu da residência antes que a vítima conseguisse contar à mãe o que havia ocorrido. Assim que a situação veio à tona, a menina foi levada para atendimento médico e passou por exames.

O laudo do exame confirmou os sinais de abuso, o que reforçou as evidências reunidas pelos investigadores. A partir de informações de inteligência, os agentes da DHC conseguiram localizar o suspeito em Cachoeiras de Macacu, onde ele se escondia para tentar escapar da prisão.

Após a detenção, o homem foi levado à delegacia e, posteriormente, encaminhado ao sistema prisional. Ele vai responder criminalmente pelo crime de estupro. As autoridades apuram se há outros episódios semelhantes envolvendo o mesmo suspeito, que utilizava a falsa identidade de líder religioso para se aproximar de famílias.

A Polícia orienta que situações suspeitas ou crimes contra crianças sejam denunciados por meio do Disque 100, canal nacional de proteção aos direitos humanos, ou pelo Disque-Denúncia, no número 181, de forma anônima.